A terapia de reposição hormonal busca corrigir desequilíbrios na produção de hormônios que impactam energia, humor, libido, composição corporal e qualidade de vida. Em mulheres, é muito utilizada em fases como a peri e pós-menopausa, quando sintomas como ondas de calor, ganho de peso, insônia e irritabilidade se tornam mais frequentes. Em homens, é comum em quadros de hipogonadismo, com queda de testosterona, perda de vigor e redução de massa muscular.
Antes de indicar a reposição, é feita uma avaliação minuciosa, incluindo queixas clínicas, histórico de saúde, exames laboratoriais e, quando necessário, exames de imagem. A partir disso, define-se se a reposição é realmente necessária e qual a forma mais adequada de aplicação, como comprimidos, gel, adesivos, injetáveis ou implantes. O objetivo é alcançar níveis hormonais saudáveis, sem excessos, priorizando segurança.
Durante todo o tratamento, o paciente é acompanhado de perto, com reavaliações periódicas para ajustar doses, monitorar efeitos e prevenir riscos. A reposição hormonal é sempre associada a orientações de estilo de vida, alimentação equilibrada e controle de outros fatores de saúde, como colesterol, pressão e glicemia. Dessa forma, a terapia não se resume a eliminar sintomas, mas a promover um estado mais amplo de bem-estar e longevidade saudável.